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27 de junho de 2009

Encontro discute didática e as práticas de ensino

Acontece em Anapólis, Goiás, nos dias 21 a 24 de outubro de 2009, o III Encontro Estadual de Didática e Práticas de Ensino - EDIPE. Esta edição terá como tema geral: “PROFESSOR: ENTRE OS DESAFIOS DO COTIDIANO ESCOLAR E A REALIZAÇÃO PROFISSIONAL”.

O encontro buscará discutir e propor recomendações sobre o tema das dificuldades atuais que vêm incidindo sobre o trabalho dos professores e o papel da sociedade, das entidades profissionais e sindicais e do próprio professor na valorização da profissão docente, será também apresentado o quadro atual da investigação em didática além de difundir contribuições da pesquisa em didática e didáticas específicas sobre dificuldades enfrentadas no cotidiano escolar na realização do ofício de professor.

Mais informações aqui

25 de junho de 2009

O Fim do Espaço Institucional Escolar ?!

O Mundo Digital e o Anúncio do Fim do Espaço Institucional Escolar
por Emilia Ferreiro

"Há momentos em que a história se acelera. Quando esses momentos de aceleração da história coincidem com uma mudança de século, tendemos a acreditar que nosso modo de agrupar os anos em décadas e em séculos tem uma realidade objetiva."

"Por trás disso, há também um outro problema que sequer é tocado: as crianças aprendem, aprendem todos os dias e a cada dia, porque crescer (física e psicologicamente) significa mudar. As crianças não podem deixar de aprender porque não podem deter seu próprio crescimento. A aprendizagem infantil está fora de questão. Todos aprendem. As diferenças situam-se no nível de valorização social dessas aprendizagens (por exemplo, é muito útil para a própria sobrevivência aprender a pescar com meios bastante modestos, mas esse conhecimento tem muito pouco valor no mercado do conhecimento)." leia mais


Revista Pátio - Ano IV - Nº 16 - Fevereiro à Abril 2001

22 de junho de 2009

Quadrinhos: instrumento pedagógico ou folga para o professor?

Foi-se o tempo em que revistas em quadrinhos eram consideradas um veneno para as mentes dos jovens e adolescentes. A notoriedade como meio de comunicação e sua atratividade aos jovens fez com que os educadores enxergassem nos quadrinhos grandes possibilidades quando usados em sala de aula. Muitos professores, de fato, reconhecem o mérito e as vantagens de trabalhar o conteúdo de suas aulas associado à linguagem dos quadrinhos, qualquer que seja a disciplina.

Cabe, porém, um questionamento: o resultado é satisfatório? Ou ainda: foi explorado todo potencial dos quadrinhos ou dos alunos? Ou foi somente uma folga para o professor?

O primeiro questionamento feito por alguns professores é o de que o jovem não gosta de ler. O que é uma meia verdade. Como assim? É notório que a maior parte dos jovens tem outros interesses fora da escola. Revistas adolescentes, quadrinhos, bate-papo na internet, comunidades virtuais, o recebimento de piadas por e-mail... mas o que eles fazem com tudo isso? O óbvio: lêem.

A questão não é não ler ou ler pouco. A questão é que geralmente os textos de sala de aula não são atraentes. Não há identificação com o leitor. O jovem lê seus recados em um site de relacionamentos porque está na sua linguagem. Que estudante seria atraído hoje por uma história de Machado de Assis? Não é para ele uma linguagem interessante. É algo forçado e penoso. É necessário, para incentivar o gosto pela leitura, fazer uso das outras mídias contemporâneas a realidade do aluno.

Segunda questão pontuada principalmente por professores da rede pública: Não dispor de material. Embora não se possa ensinar quadrinhos sem exemplos, não é necessário que o professor tenha que distribuir para cada aluno uma revista atual. Sebos vendem revistas velhas (não confundir com itens de colecionadores) até por um ou dois reais. Nesse caso nem mesmo a questão de muitos jovens preferirem gastar R$ 10 em um CD de jogo “pirata” ao invés comprar uma revista de R$ 6,50 se torna empecilho.

Embora a quantidade e a diversidade de estilos -do clássico ao moderno - tenha um bom efeito ao se apresentar os quadrinhos como arte, dificilmente um professor poderá bancar essa despesa e muitas escolas sequer cogitarão a hipótese de uma “gibiteca”. Em última instância uma possibilidade é a de trabalhar com cópias de páginas de revistas ou imagens através de retro-projetor ou data-show usadas como incentivo à discussão sobre o tema apresentado ou mesmo à produção de quadrinhos pelos próprios alunos.

Um exemplo simples e eficiente é o dos professores Francisco Caruso, Mirian de Carvalho e Maria Cristina Silveira, que coordenam o projeto EDUHQ, que dentre muitas atividades realiza oficinas com alunos do Ensino Médio de escolas públicas, onde eles produzem tiras sobre meio ambiente, física e química.

E o exemplo do EDUHQ não é um caso isolado, basta uma pesquisa na internet para se achar vários professores e também desenhistas que utilizam os quadrinhos de uma forma consciente que explora boa parte do potencial artístico, comunicativo e intelectual de jovens e adolescentes.
Existem muitas experiências bem sucedidas com os quadrinhos, principalmente no ensino fundamental, onde a identificação dos alunos com os quadrinhos pôde render frutos que ultrapassaram a sala de aula, como no caso de um CIEP na região de Guaratiba-RJ onde os alunos criaram várias páginas de quadrinhos após uma pesquisa sobre a história da região. Na maior parte das vezes os melhores resultados são de professores que conhecem bastante de quadrinhos por afinidade. Mas mesmo sem um conhecimento anterior ao exercício do magistério é possível ter um bom aproveitamento dos quadrinhos nas salas? Sim. Basta buscar o conhecimento especifico sobre os quadrinhos. Somente o conhecimento empírico, ou de um leitor esporádico, podem trazer dificuldades na prática em sala de aula.

O potencial da mídia quadrinhos na sala de aula é imenso. Cabe ao educador conhecer o meio e usar a criatividade.

por Wally Silva - http://www.popbaloes.com/mats/hqnasala.htm

20 de junho de 2009

Site voltado para ensino e divulgação de ciências através de histórias em quadrinhos

Com uma proposta de educar através dos quadrinhos o Projeto EducHq apresenta no seu Website o projeto de oficinas pedagógicas com o uso de quadrinhos, tirinhas temáticas de diversos conteúdos disciplinares, animações e um diversificado material de apoio didático no ensino das diversas ciências. Um material que pode ser amplamente utilizado em sala de aula para alunos do ensino fundamental e médio e/ou em programas de formação de professores.

Idealizado pelo Centro Brasileiro de Pesquisa Físicas, um dos institutos de pesquisa do Ministério da Ciência e Tecnologia.

Visite o EducHq

17 de junho de 2009

Quando o comprar substitui o brincar

por, Marina Silva
de Brasília (DF), para Terra Magazine

Na semana passada vi um documentário excelente, dirigido pela cineasta Estela Renner, intitulado "Criança, a alma do negócio" (disponível gratuitamente em www.alana.org.br). É sobre como a publicidade dirige-se propositalmente às crianças, fazendo delas consumidores precoces orientados pela propaganda, principalmente a televisiva.

Segundo o IBGE, as crianças brasileiras são as que mais passam tempo em frente à TV, cerca de cinco horas diárias. Vejam o que diz no filme a pedagoga Ana Lúcia Villela, presidente do Instituto Alana: "Do carro à geladeira, não importa. O foco é a criança. Por que eles estão falando com a criança? Por que eles colocam bichinho no meio da propaganda?. Por que eles falam uma linguagem infantil? Porque hoje se sabe que 80% das decisões de compra numa casa vêm das crianças".

O triste é que as crianças estão substituindo o brincar pelo consumir. Com graves consequências para elas e para o meio ambiente. Paradoxalmente, são as crianças, adolescentes e jovens os que mais têm se mostrado sensíveis à preocupação com a proteção da natureza. Mas, hiperestimulados ao consumo, desde a mais tenra idade, não conseguem fazer ligação entre seus sinceros ideais de preservação dos recursos naturais - sem os quais serão prejudicados no futuro -, e o desenfreado consumo que ironicamente vai, aos poucos, os transformando em exterminadores de si mesmos. E esse talvez seja um "exterminador do futuro" mais preocupante do que o da ficção cinematográfica.

Vivemos um momento de graves perturbações para a capacidade humana de não dissociar completamente o agir do pensar e o querer do poder. É como se tivéssemos correndo o risco de perder o elo com os meios que nos possibilitam agir e tomar decisões a partir de uma base integradora de pensamento que nos assegure alguma coerência entre pensamento e ação. Sem o quê, aos poucos, vamos ficando cada vez mais impedidos de perceber que o atual modelo de produção e geração de riquezas - que tem exaurido o planeta, destruindo os ecossistemas fundamentais para a vida na Terra - não é de responsabilidade somente de grandes empresas e de governos. Para que a máquina funcione, para o bem ou para o mal, é preciso que toda a sociedade participe dela.

Nossos recursos naturais são finitos e é imperativo aprendermos a satisfazer nossas necessidades usando cada vez menos. Isso, porém, se tornará quase impossível se continuarmos aprisionando nossas crianças e jovens ao consumo desenfreado e irracional, inconscientes dos resultados nefastos já conhecidos por todos: contaminação da água, devastação das florestas, matança de animais, destruição do solo e mudanças climáticas, com secas, desertificação e tantos outros danos.

Nosso consumismo produz mais lixo, incluído o emocional, do que produtos e riquezas. E isso começa cedo, na cabeça das crianças, indefesas, reféns da "cultura do shopping" e desprovidas dos mínimos recursos para se proteger da sanha desenfreada da indústria propagandística, que as faz substituir o brincar pelo comprar. E, progressivamente, também se vêem substraídas da capacidade de se constituirem como seres que asseguram seu lugar no mundo por meio não da autosuficiência - que prescinde do relacional para existir, bastando tão somente ter os meios materiais para adquirí-la -, mas da coosuficiência. Pois, como tão bem disse o pediatra e psicanalista inglês D. W. Winnicott, "A independência nunca é absoluta. O indivíduo normal não se torna isolado, mas se torna relacionado ao ambiente de um modo que se pode dizer serem o indivíduo e o ambiente interdependentes."

Será que vale a pena, em troca simplesmente da voracidade do consumo, separar a criança de si mesma - inibindo o brincar descomprometido e revelador do mundo - , adoecê-la mentalmente por meio do dirigismo publicitário e aliená-la de sua relação com o mundo natural que é sua primeira casa? É algo para se pensar, no momento de deixar nossas crianças aos cuidados das mensagens televisivas, sem ajudá-las a desenvolver um olhar arguto e crítico. E também no momento de levá-las às compras para não ter o trabalho de induzí-las ao inventar, ao brincar, ao viver.

Marina Silva é professora secundária de História, senadora pelo PT do Acre e ex-ministra do Meio Ambiente.

Leia esta notícia no original em:
Terra Magazine - Terra - Brasil
http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI3826439-EI11691,00.html

15 de junho de 2009

Cartilha dá dicas para uso seguro da Internet

Elaborado pela equipe da SaferNet Brasil com o propósito de contribuir para a promoção da utilização da Internet de forma mais segura e ética, a Cartilha utiliza uma linguagem simples, ilustrações inéditas e diagramação lúdica, afim de atingir públicos de diferentes faixas etárias, classes sociais e níveis educacionais.

O conteúdo foi desenvolvido a partir de pesquisas sobre conceitos, termos e novas linguagens usadas na Internet e no mundo digital. O objetivo, deste material, segundo a SaferNet, é estimular os brasileiros, principalmente crianças e adolescentes, a aproveitar todo o potencial da rede, sem esquecer de adotar os cuidados necessários neste novo espaço público, seguindo as dicas de segurança.

Material rico para professores, educadores, estudantes, pesquisadores, pais e toda a sociedade brasileira. O conteúdo pode ser acessado on line no site da SaferNet, ou fazer o download da cartilha aqui.

12 de junho de 2009

Entrevistas do Roda Viva disponiveis na Internet

Numa iniciativa conjunta da Fundação Padre Anchieta, da Fundação de Apoio à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) permitirá o acesso às transcrições, na íntegra, de todas as entrevistas feitas pelo programa Roda Viva (TV Cultura SP) em seus quase 21 anos de existência, além de um trecho de vídeo do programa e verbetes informativos.

"A publicação das entrevistas, em formato de texto, cria um registro importante na história recente, assegura sua preservação definitiva, possibilita acesso livre a todo o conteúdo e reconstrói o processo de formação da agenda pública brasileira nas duas últimas décadas, quando se deu a discussão das questões mais relevantes de nossa atualidade, bem como a sua continuidade futura." site do projeto

Este projeto trará uma rica fonte de informação que poderá, se bem utilizada, se transformar numa ferramenta de estudo e pesquisa para estudantes, professores e pesquisadores.

Através do site http://www.rodaviva.fapesp.br/ será possível acessar o conteúdo de entrevistas como o educador Rubem Alves, o sociólogo Alain Touraine, o extrovertido médico Patch Adams, o professor Philippe Perrenoud, os filósofo István Mészáros e Edgar Morin, entre outros nomes de uma galeria de mais de 400 entrevistas. Muito Bom!

9 de junho de 2009

Maria vai com as outras!?

Era uma vez uma ovelha chamada Maria.
Onde as outras ovelhas iam, Maria ia também.
As ovelhas iam para baixo, Maria ia também.
As ovelhas iam para cima, Maria ia também.
Um dia, todas as ovelhas foram para o Pólo Sul.
Maria foi também. E atchim!
Maria ia sempre com as outras.
Depois todas as ovelhas foram para o deserto.
Maria foi também.
- Ai que lugar quente! As ovelhas tiveram insolação.
Maria teve insolação também. Uf! Uf! Puf!
Maria ia sempre com as outras.
Um dia, todas as ovelhas resolveram comer salada de jiló.
Maria detestava jiló.
Mas, como todas as ovelhas comiam jiló, Maria comia também.
Que horror! Foi quando de repente, Maria pensou:
“Se eu não gosto de jiló, por que é que eu tenho que comer salada de jiló?”
Maria pensou, suspirou, mas continuou fazendo o que as outras faziam.
Até que as ovelhas resolveram pular do alto do Corcovado pra dentro da lagoa.
Todas as ovelhas pularam.
Pulava uma ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra, quebrava o pé e chorava: mé! Pulava outra ovelha, não caía na lagoa, caía na pedra e chorava: mé!
E assim quarenta e duas ovelhas pularam, quebraram o pé, chorando mé, mé, mé! Chegou a vez de Maria pular.
Ela deu uma requebrada, entrou num restaurante comeu uma feijoada.
Agora, mé, Maria vai para onde caminha seu pé.

Sylvia Orthof


Sylvia Orthof nasceu em Petrópolis, estado do Rio de Janeiro, em 1932, e faleceu em 1997. Ao longo de sua vida, publicou cerca de 120 livros para crianças, desde a estréia, em 1981, com Mudanças no Galinheiro Mudam as Coisas por Inteiro. Recebeu o Prêmio Jabuti de Literatura Infantil pelo livro A Vaca Mimosa e a Mosca Zenilda, em 1983, e o Prêmio Ofélia Fontes, pela coleção Assim é se lhe parece, junto com Angela Carneiro e Lia Neiva, em 1995, entre outros.

8 de junho de 2009

Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento



TODO MUNDO TRABALHANDO PELO DESENVOLVIMENTO





Sugestões:
- Mobilizar a comunidade para ações voluntárias;
- Criar um centro de voluntariado na escola;
- Realizar palestras de incentivo ao voluntariado com os pais;
- Valorizar ações que gerem melhoria das condições de vida da população;
- Organizar eventos e campanhas em valorização dos direitos constitucionais.

7 de junho de 2009

Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente



QUALIDADE DE VIDA E RESPEITO AO MEIO AMBIENTE

Apesar do Brasil ter aproximadamente 12% de toda a água doce do planeta, 22 milhões de pessoas não têm acesso a água de boa qualidade


Sugestões:

- Desenvolver e distribuir material explicativa sobre consumo consciente;
- Promover campanhas e passeatas em defesa do meio ambiente;
- Implementar a coleta seletiva na escola/faculdade;
- Realizar mutirões de limpeza, plantação de árvores e flores em praças do bairro;
- Criar eventos culturais com a temática ambiental como foco;
- Realizar palestras para pais e alunos sobre formas de consumo consciente.

6 de junho de 2009

Combater a AIDS, a Malária e outras doenças


COMBATER A AIDS, A MALÁRIA E OUTRAS DOENÇAS

O Brasil tem o maior casos de malária das Américas e é o terceiro no mundo em incidências dessa doença.
E no caso da AIDS apesar do inúmeros avanços e da redução dos casos em quase todos os grupos, ainda exista um elevação dos números entre as mulheres dos 13 aos 19 anos.

Sugestões:
- Mobilizar e informar sobre o combate à AIDS e outras doenças epidêmicas na comunidade escolar;
- Realizar palestras preventivas para alunos adolescentes e jovens sobre saúde sexual e reprodutiva;
- Contribuir com o poder público na disseminação de campanhas de vacinação e levar estas para dentro da escola;
- Fazer um levantamento sobre os serviços de saúde disponíveis, como remédios, postos de saúde, centros de atendimento, e divulgá-los na comunidade.

5 de junho de 2009

Melhorar a saúde das gestantes



MELHORAR A SAÚDE DAS GESTANTES

A cada ano morrem mais de 2 mães a cada 1000 nascimentos.




Sugestões:
- Programas educacionais, em comunidades carentes, de esclarecimento sobre planejamento familiar;
- Realizar ações de esclarecimentos com folhetos, cartazes, palestras e visitas sobre prevenção de câncer de mama e colo de útero;
- Realizar palestras informativas sobre a temática em reuniões de pais;
- Contribuir com o poder público na disseminação de campanhas.

4 de junho de 2009

Reduzir a mortalidade infantil



REDUZIR A MORTALIDADE INFANTIL

No Brasil, a cada 1000 crianças que nascem, 28 morrem antes do primeiro ano de vida.



Sugestões:
- Programas educacionais, em comunidades carentes, de esclarecimento sobre higiene pessoal e sanitária e nutrição infantil;
- Realizar ações de esclarecimentos com folhetos, cartazes, palestras e visitas sobre questões de Higiene e nutrição do bebê;
- Promover visitas a creches mantidas por entidades filantrópicas com doações de alimentos e materiais e com ações extensivos de ajuda;
- Contribuir com o poder público na disseminação de campanhas.

3 de junho de 2009

Igualdade entre sexos e valorização da mulher


IGUALDADE ENTRE SEXOS E VALORIZAÇÃO DA MULHER

No Brasil, as mulheres chegam a ganhar até 40% menos que os homens para excercer o mesmo trabalho



Sugestões:

- Indentificar e divulgar novas oportunidades de trabalho para mulheres em atividades consideradas masculinas;
- Promover, em colaboração com entidades e ONG's, ações sociais que estimulem as mulheres a buscar alternativas de geração de renda;
- Divulgar internamente entidades e ações de promoção e de atendimento às mulheres;
- Promover palestras e oficinas de empreendedorismo e trabalho cooperativo para grupo de mulheres.

2 de junho de 2009

Educação Básica de Qualidade para todos


EDUCAÇÃO BÁSICA DE QUALIDADE PARA TODOS

"O Brasil está entre os países com maior número de analfabetos no mundo, sendo que milhões de pessoas ainda não passaram pela escola."



Sugestões:
- Procurar voluntários que possam ensinar diferentes matérias para crianças com deficiências de aprendizagem;
- Manter biblioteca e acervos para acesso da comunidade;
- Criar cursos de alfabetização para comunidades mais carentes;
- Disponibilizar atividades recreativas e educativas nos finais de semana para a comunidade;
- Promover concursos de redação afim de incentivar a leitura e escrita;
- Promover cursos, palestra e oficinas para pais e comunidade.

1 de junho de 2009

8 jeitos de mudar o mundo! (ou pelo menos ajudar...)

"A Declaração do Milênio foi aprovada pelas Nações Unidas em setembro de 2000. O Brasil, em conjunto com 191 países-membros da ONU, assinou o pacto e estabeleceu um compromisso compartilhado com a sustentabilidade do Planeta.
Os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio são um conjunto de 8 macro-objetivos, a serem atingidos pelos países até o ano de 2015, por meio de ações concretas dos governos e da sociedade. Criar uma consciência nacional entre os diversos segmentos da sociedade sobre o significado e a importância do alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio até 2015, não é uma tarefa fácil, porém não impossível. Cada parcela da sociedade pode exercitar sua cidadania e solidariedade ao incentivar e desenvolver ações voluntárias em prol de iniciativas pontuais no seu bairro, na sua cidade, unindo-se na tarefa de contribuir para a mudança do mundo. " texto retirado do site www.nospodemos.org.br


Nós próximos 8 dias o Depois da Aula estrá fazendo sugestões às instituições de ensino de 8 formas para melhorar, e porque não, mudar o mundo. Serão apenas algumas sugestões e que esperamos serem estimuladores de ações, debates e mobilizações.

Mas vale um alerta: estas ações não podem e nem devem jamais minimizar o papel do Estado e do poder público de cumprirem suas obrigações constitucionais! É por aí...



ACABAR COM A FOME E A MISÉRIA

Você sabia que no Brasil há alimentos para toda população? Apesar disso milhões e brasileiros estão abaixo da linha da pobreza e com deficiêcia alimentar


Sugestões:
- Realizar uma campanha com folhetos, cartazes e visitas com pais e comunidade orientando sobre o que é boa alimentação;
- Trabalhar junto com a comunidade escolar formas de aproveitamento de alimentos, evitando desperdícios;
- Incentivar e criar hortas comunitárias;
- Promover capacitações para pais e comunidade vizinha;
- Realizar parceria com secretarias de saúde na realização de campanhas comunitárias.