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30 de março de 2009

A SÍNDROME DE BURNOUT E O PROFESSOR MINEIRO

Nos últimos anos, outras questões se adicionam às da organização do trabalho docente. Segundo Esteve (1999), têm aumentado as responsabilidades e exigências que se projetam sobre os educadores, coincidindo com um processo histórico de uma rápida transformação do contexto social, o qual tem sido traduzido em uma modificação do papel do professor.

Estas transformações supõem um profundo e exigente desafio pessoal para os professores que se propõem a responder às novas expectativas projetadas sobre eles. O professor, neste processo, se depara com a necessidade de desempenhar vários papéis, muitas vezes contraditórios, que lhe exigem manter o equilíbrio em várias situações.

Educação e saúde estão entre as profissões em que a demanda cresce, mais e mais trabalhadores são requisitados para ocupar este lugar, e onde simultaneamente crescem as impossibilidades da tarefa, as contradições sociais empurrando a educação para impasses que parecem insolúveis. Do educador se exige muito, o educador se exige muito; ele, pouco a pouco, desiste, entra em burnout. (leia texto completo)


*Meu agradecimento ao prof.Rudá Ricci que gentilmente nos enviou este artigo.
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